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Nova lei aumenta punição para quem maltrata animais domésticos, mas deixa de fora os silvestres
Todos aqueles que amam os animais comemoraram a nova lei que aumenta a punição para os que agridem os animais domésticos. A Lei 14.064/20 foi sancionada no final do mês passado a pena de reclusão de 2 a 5 anos para quem cometer qualquer tipo de violência contra cães e gato, além de multa e proibição de guarda dos bichinhos.
A lei é uma vitória na luta contra os maus-tratos feitos aos pets. Segundo o Instituto Pet Brasil, o Brasil tem cerca de 140 milhões de animais domésticos entre cães, gatos, peixes, aves e répteis e pequenos mamíferos. São 54,2 milhões de cachorros e 24 milhões de felinos num total de 78,1 milhões de animais vivendo em lares brasileiros.
A nova lei foi batizada de “Lei Sansão”, em homenagem a um cachorrinho que em um ato de violência extrema foi amarrado em um fio de arame farpado e teve as duas patas traseiras decepadas pelo dono em julho deste ano. A partir de agora, a Lei Sansão obriga a investigação do acusado, que antes era apenas liberado após assinatura da ocorrência. O agressor também terá seu nome incluído em sua ficha policial.
Lei não inclui silvestres
Muitos ativistas e instituições de proteção aos animais participaram desta campanha pelo aumento da pena para maus-tratos aos animais. Contudo, apesar de significar um avanço, a lei deixa de fora os animais silvestres.
O Titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), delegado Luziano Carvalho, foi um dos que criticou o fato de a nova lei excluir outros animais, como silvestres e exóticos, vítimas do tráfico e do comércio ilegal, ou da humanização extrema para fins de entretenimento.
Luziano atua na proteção de animais e do meio ambiente e considera a aprovação da lei um avanço, mas diz ela falha ao deixar de fora animais não domesticados.  Para ele, além da caça predatória, os milhares de aves, macacos, repteis e outros mamíferos que são retirados da natureza sofrem violências de igual gravidade como os cães e gatos.
“Com essa lei, você deixa os animais silvestres de fora, e eu falo tanto dessa questão de animal silvestre porque esses, parece, são os animais que não têm protetores”. (Fonte: JornalOpção)
Santuário comemora, mas quer inclusão de silvestres
O Santuário Animal Care comemorou a nova lei, mas também considera que é fundamental que a proteção seja garantida da mesma forma às espécies silvestres. O mantenedouro recebe animais que são resgatados de condições de maus-tratos e são considerados pelos órgãos ambientais como incapacitados para o retorno aos seus ambientes de origem.
No santuário, aves, macacos e outros pequenos silvestres recebem os cuidados necessários para viverem com qualidade e proteção. São abrigados em espaços amplos, recebem uma alimentação adequada a cada espécie, cuidados veterinários e toda a estrutura para que se desenvolvam com saúde em um ambiente de paz, cercados pela natureza.
Para conhecer mais sobre o Animal Care acesse o site www.associacaoanimalcare.com.br e nos acompanhe no Instagram @associacaoanimalcare e  no Facebook.

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